O endereço é seu — inclusive a porta de saída
Custódia dos dados, domínio próprio e exportação completa. Um endereço só é seu de verdade se você puder sair com ele.
Toda plataforma diz que o seu espaço é seu. A pergunta honesta é outra: e se um dia você quiser sair? A resposta a essa pergunta é o que separa um endereço de um aluguel com discurso de posse.
Um endereço só é seu de verdade se você puder sair com ele.
Três garantias, não uma promessa
No FAZ.AI, "o endereço é seu" se decompõe em três coisas verificáveis:
- Exportação completa. Clientes, agendas, orçamentos e conversas saem com você — em formato aberto, não num PDF de despedida. O que entrou no endereço, sai do endereço.
- Domínio próprio. O endereço pode morar no seu domínio. São dois endereços, a mesma casa: o faz.ai/@seunegocio e o seunegocio.com.br apontando para a mesma operação.
- Custódia do lado da pessoa. A autorização de dados é por relação e fica do lado de quem é dono do dado. O cliente abre a própria área e autoriza — não é a plataforma que concede acesso a si mesma.
Portabilidade é uma decisão de arquitetura
Sair sem dor não é um botão que se adiciona no fim. É uma consequência de como o dado é modelado desde o começo: cada entidade com identidade própria, relações declaradas e chaves que fazem sentido fora da plataforma. Um modelo pensado para exportar é um modelo que já nasce respeitando quem é dono do quê.
O contrário — dados presos em formatos que só a própria ferramenta entende — é o mecanismo clássico de aprisionamento. A diferença raramente aparece no dia da compra; aparece no dia da saída.
Por que colocamos a porta de saída à mostra
Mostrar a porta de saída parece contraintuitivo para quem quer reter cliente. Mas a lógica é a mesma do diagnóstico: convidar a checagem é a postura. Um negócio que sabe que pode sair a qualquer momento fica porque quer, não porque está preso — e essa é a única retenção que se sustenta.
No /experimentar, a "porta de saída" é uma das cenas: exportar os dados, ligar o domínio próprio e ver a custódia do lado do cliente, tudo em sequência. É produto, não promessa.